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Quais os protocolos de classificação de riscos existentes

12/01/2021
Quais os protocolos de classificação de riscos existentes

Saiba quais são os protocolos de classificação de riscos para hospitais.


As pulseirinhas que são colocadas no pronto socorro fazem parte de um protocolo de classificação e estão longe de ser apenas decorativas.  A classificação de riscos é fundamental para o bom funcionamento da urgência dos hospitais, pois categoriza os casos por prioridade de urgência.

O acolhimento e a triagem classificatória de risco foram criados pela Portaria 2048 do Ministério da Saúde e implementados em unidades de urgência. A triagem deve ser realizada por profissionais da saúde treinados e que saibam os protocolos pré-estabelecidos.

O principal objetivo dos protocolos de risco é organizar o fluxo de pacientes por ordem de prioridade na urgência hospitalar. Entre as missões do Acolhimento com Classificação de Riscos estão:


  • Acolher o cidadão e garantir um melhor acesso aos serviços de urgência/emergência; 

  • Humanizar o atendimento; 

  • Garantir rapidez e efetividade no atendimento.


A seguir, veja quais são as divisões de Classificação de Risco existentes e saiba como aplicá-las corretamente ao fluxo de seu hospital. 


Prioridade zero (Vermelha) 

Este tipo de classificação exige uma atitude rápida sem perder tempo com classificação, pois lida com morte iminente. Deve ser encaminhada diretamente para a sala de ressuscitação e avisar a equipe médica, acionando o sinal sonoro. 

O atendimento deve ser feito no máximo em 15 minutos. Exemplos de casos: parada cardiorrespiratória, infarto, politrauma, choque hipovolêmico, etc.


Prioridade I (Amarela) 

Essa cor requer atendimento com urgência, com avaliação de 30 minutos no máximo. Deve ser encaminhada para a consulta médica, pois representa elevado risco de morte.

Exemplos de casos que englobam a Prioridade I (Amarela) são traumas moderados e leves, TCE sem perda da consciência, queimaduras leves, dispnéia leve a moderada, dor abdominal, convulsões, idosos e grávidas sintomáticos, entre outros.


Prioridade II (Verde) 

Essa prioridade é de menor urgência que as anteriores. A avaliação pode ser feita em até 1 hora. Será necessário encaminhar para a consulta médica e reavaliar periodicamente, sem risco de morte. 

Exemplos : ferimento craniano menor, dor abdominal difusa, doença psiquiátrica, diarreias, idosos e grávidas assintomáticos, entre outros. 


Prioridade III (Azul) 

A cor azul indica casos não urgentes. Nestes casos o paciente poderá aguardar atendimento sem risco ou poderá ser encaminhado para o seguimento ambulatorial.

Essa classificação inclui queixas crônicas, resfriados, contusões, dor de garganta, ferimentos que não necessitam de fechamento. 

Aplicando a Classificação de Riscos ao seu hospital, ele terá uma gestão de atendimento mais dinâmica e humanizada. Melhore ainda mais o atendimento e triagem hospitalar através de soluções tecnológicas que integrem e centralizem informações. 


O COLMEIA - Software de Gestão Hospitalar oferece uma arquitetura com células operacionais que ajuda a gestão hospitalar a organizar clínicas e hospitais de todas as complexidades. Além disso, o software auxilia na gestão das classificações de risco, trazendo maior agilidade para o processo.


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